ANATOMIA DA CRTICA NORTHROP FRYE PDF

View Northrop Frye – Anatomia da from MICROBIOLO at l (” ~: ANATOMIA DA NORTHROP CRTICA FRYE N01’th1’0p F1’ye bbra de citao por. FRYE, Northrop – Fbulas de Report. Post on Nov northrop frye- anatomia da crtica Documents · herman northrop frye anatomija kritike. Frye postulaa concepçãoda crÃticacomo uma estruturade pensamentoe conhecimento I (~: NORTHROP FRYE, NATOMIA DA CRITICA Traduçã ode.

Author: Mezisar Akizilkree
Country: Luxembourg
Language: English (Spanish)
Genre: Art
Published (Last): 7 April 2012
Pages: 355
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ISBN: 201-6-63191-933-1
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The Bible and Literature.

Toda arte, contudo,necessitade suaprpriaorganizaocrtica, e a Potica formar uma parte da Esttica,to logo a Esttica se torne northro crtica unificada de todas asartes,em vez de ser tudo o que hoje. A prova examinadacientificamente;as autoridadesanterioressousadascientificamente;os campossoinvestiga-dos cientificamente;os textosso editadoscientificamente. Um plo da comdiairnica oreconhecimentoda absurdezdo melodramaingnuo,ou, pelomenos,da absurdezde sua tentativade definir o inimigodasociedadecomoumapessoaforadessasociedade.

A crtica, mais propriamente, para aarte o que a Histria para a ao e a Filosofia para o saber: Desdeque admitamosque o crtico tem seu prprio campo deatividade,e autnomonessecampo,temos de concederque acrtica serelacionacom a literatura em termosde uma estruturaconceptualespecfica. Crtixa coma retricadafalapersuasiva,e a outracoma retricadoornatoverbal;masumadesconfiado gnerode retrica’da outra. Almdisso,podemosnotarquecadaperododa culturaoci-dentalfezuso conspcuoda literaturaclssicamaisprximaaeleemmodo: A tentativade introduzira experinciadiretadaliteraturanoarcabouodacrticaproduzasaberraesda histriado gostoa que j nos referimos.

Sob tal perspectiva, humanamenteimpossvelocupar-sedosassuntos”gerais”,porqueimplicama “cobertura”deum campoassustadoramentegrande.

O poemavisionrio,convencionalmentedatadode manhde maio,contrastaos mundosda experinciae dosonho. Na histria do gosto,ondeno h fatos,e ondetodasas verdadestm sido, manPrade Hegel, divididas em semiverdadesa fimde afiar-lhes os gumesincisivos, talvez sintamos que o estudoda literatura muito relativo e subjetivo para fazer algum diaqualquer sentidocongruente.

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A distin-o fundamentalmenteumadistinoentrea prticadospoetastemticosdo imitativobaixoe a dos modosirnicos. Coleridge,observandoum comentrioirnicoemDefoe,mostracomoa sutilezadeDefoepodiaser tornadacruelebviasimplesmentesalientandoasmesmaspalavrascomgrifas,travesses,pontosde exclamaoe outrossinaisde estarcons-cienteda ironia. A diferenaentreo tom irnico,quepodemosencontrarnoimitativobaixoou em modosmaisantigos,e a estrutura ir-nicado prpriomodoirnico,no difcil deperceberna pr-tica.

A comparaodetaismomentoscomo vastopanoramade-senroladopelahistria “tempsperdu” o temaprincipaldatendnciaenciclopdica.

Be the first to review this item Amazon Best Sellers Rank: Podemoschamarissodecrticatica,interpretandoticanocomouma comparaoretricade fatossociaisa valorespre-determinados,mascomoa conscinciade quea sociedadeestpresente. Meu Destino e ABoca do Cavalosoexemplosquedaroalgumaidiada ampli-tudedo tema. A idiaessencialdopatos a exclusodeum indivduo,denossoprprionvel,deumgruposocialaoqualeleestbuscandopertencer.

Anatomia da Critica: Quatro Ensaios: Northrop Frye: : Books

Osjuzosdevalorsefundamnoestudodaliteratura;o estudodaliteraturajamaispodefundar-senos juzos de valoh Shakespeare. Depois de concluirum estudosobreWilliam Blake FearfulSymmetry, ,resolviaplicar os princpiosdo simbolismoliterrio e da tipologiabblicaque eu aprenderacom Blake a outro poeta, preferentementeaalgum que houvesseretirado essesprincpios das teoriascrticasde seu tempo,em vez de elabor-losele prprio, comoBlake fez.

Se superiorem grauaosoutroshomens,masnoa seumeionatural,o heri um lder. Numaforma”sentimental”e muitorecente,o mesmoestadode esp-rito acha-sebemapanhadoemPassing of Arthur “A MortedeArtur” ,deTennyson. O menestrelerrantee cego tradicionalnas literaturasgregae cltica;apoesiadovelhoinglsexprimealgodamaisdesoladasolido,nalngua;ostrovadoreseossatricosgolirdicosvagampelaEuropanaIdadeMdia;o prprioDanteeraumexilado. Northroo nascimentoda Fsica, que saiuda “Filosofia da Natureza”, e da Sociologia,que veio da “Filo-sofia Moral”, ilustrar o processo.

Aindaaquia co-mdiade Shakespearepodecasaroito ou dezpessoasde inte-ressedramticoaproximadamenteigual,tal northroo. A “altaseriedade”deArnoldporcertoseachaestreitamenteligada opiniode que a epopiae a tragdia,cuidandodefigurasdasclassesdirigentese exigindoo estilosublimedo de-coro,soas formasaristocrticasda arte. Quandoseelevaa isso,temosum estudod obsessoapresentadoemter-mosde medoemvezde compaixo: A experinciadireta,mesmose ligadaa algumacoisaj lida centenasde vezes,buscaserumaexperincianovae frescadecadavez,o que claramenteimpossvelse o prpriopoemafoi substitudopor uma visocrticadopoema.

O exemplomaisclaroda comdiaimitativaelevada a Co-mdiaAntigadeAristteles. Tendea desgostardospoetasoratriose a depred-Ios;e dificilmentepodecuidar,sejacomofor,dapersonalidadeherica. A literaturaocidentaltemsidomaisinfluenciadapela Bblia do quepor qualqueroutrolivro, mas,comtodooseurespeitopelas”fontes”,o crticosabe,dessainfluncia,poucomais de queela existe.

Um adestramentoda mente,em tudosemelhante,se realiza,e forma-seum senso semelhanteda fgye do assunto. Tal independnciaentre crticae prejuzo, contudo, no ocorre invariavelmente,mesmo comaquelesquemelhorcompreendema crtica.

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Northrop Frye- Anatomia da crtica

A matriada crticaliterria umaarte,e a crticaeviden-temente tambmumaespciedearte. Este o estadode selvageria,o mundono quala comdiaconsisteem infligirdor a umavtimadesamparada,e a tragdiaem suport-Ia.

Ruskinaprendeuseuofciocoma grandetradioiconolgicaque re-monta,atravsdaerudioclssicae bblica,a Dantee Spenser,ambososquaisestudoucuidadosamente,e queestincorporadanas catedraisda IdadeMdia,sobreas quaisele refletiucomtantaminudncia. Hardysaiu-semelhorcoma tragdia,e viu a evoluoem termosdeummeliorismoestico,umavantadeimanenteschapenhaueriana,e umaatividadedo “acaso”ou “casualidade”emquequalquervida individualpodeser sacrificada.

Dificilmentepodeexistir uma obra literriasemalgumtipo de relao,implcita ou expressa,entre seu cria-dor e os que a ouvem. Dos inferioresa estes,quanto menosfor dito, melhor. Mas mesmoa tradionorespondea todasas nossasperguntas. Na tragdiaimitativabaixa,a compaixoe o medonosopurgadosnemabsorvidosemprazeres,mascomunicam-seexter-namente,comosensaes.

Tambm aproveitei algumasfrases de outros artif!. E assimcomoo poetaromnticoachoupossvelescrever,comoindivduo,em formascontnuas,assimo modoirnico explicadopelasteoriascr-ticasda descontinuidadeessencialdapoesia. Pareceabsurdoasseverarque pode haver um elementocien-tfico na crtica, quando h dzias de publicaeseruditas baseadasna presunode queh,e centenasde estudiososempe-nhadosnumprocedimentocientficorelacionadocom a crticaliterria. Depois,um novotipo deculturada classemdiaintroduzo imitativobaixo,que,na lite-raturainglesa,predominadotempodeDefoeato fim do sculoXIX.

Ea famosadiscussonofim daRepblicaentosecaracterizacomoumapolmicacontrao elementoimitativobaixo na poesia,e no Crtilo somosapre-sentadoss tcnicasirnicasda ambigidade,associaoverbal,paronomsiae anattomia fim detratardapoesiadomodoirnico- a crticaque,por um refinamentoadicionalda ironia,chama-se”nova”crtica.

Percebemosdepoisquea relaoda literaturaposteriorcomessasfrmulasprimitivas de modoalgumsim-plesmentede complicao,quandonotamosque as frmulasprimitivasreaparecemnosmaioresclssicos- realmenteparecehaveruma tendnciageral,da partedos grandesclssicos,avoltara elas.

Na tragdiaimitativaelevadaa compaixoe o medosetornam,respectivamente,julgamentomoral favorvelou con-trrio,quesorelevantesparaa tragdia,masnofundamentais. Boaparteda vidado heri gastacomanimais,ou emqualquerhiptesecomos animaisquesoromanescosirremediveis,comoos cavalos,cese falces,e otpicocenriodo romanesco a floresta. Apesarde todasas diferenasde tcnicaeatitude,o LordJim deConrad um descendentediretodomilesgloriosus,da mesmafamliado Srgiode Shawou do gabolade Synge,que so tiposparaleloslium cenriodramticooucmico.